Sexta-feira, Agosto 25, 2006

ai, quer saber? cansei de viver nesse mundo.
tô arrumando minhas malas, vou prestar solidariedade a Plutão.
amanhã eu começo o meu projeto de povoamento do longínquo planeta anão, afinal de contas, se é anão, deve caber menos gente tosca*.

*gente tosca:
-gente burra.
-gente bizarramente feia e sem nenhum outro atrativo.
-gente que tira foto quase sem roupa e posta no fotolog se achando super diva.
-gente que divulga vídeos caseiros pela internet em que aparecem pessoas usando drogas.
-gente que ameaça se matar como quem diz que vai ali na esquina.
-emos que fazem musculação.
-gente na faixa de 12 a 17 anos, argh argh argh.
-gente que cultuava avril lavigne, ficou com vergonha e agora se diz fã número 1 da madonna só pq ela tá (tava) na moda.
-gente medonha (que dá medo mesmo; não só pela aparência) que vira seu fã no orkut.
-gente que não pode ver uma bola de encher que já fica suuuuuper contente.
...

argh³³³³³³³³³³³³
a lista foi interrompida por motivos de força maior.



ZanaZelda at 7:48 PM




Terça-feira, Agosto 22, 2006

eu tenho duas suspeitas sérias sobre aqueles horrendos mosquitinhos que têm forma de coração que habitam os banheiros do mundo:

1) seriam eles microcâmeras robotizadas criadas por inventores sinistros a fim de espionar pessoas?
2) seriam eles seres extraterrestres que passam-se por inocentes organismos coadjuvantes da vida do ser humano, porém que estão colhendo informações spobre o nosso povo para depois planejarem a conquista da Terra??

já sobre a estranha espécie de joaninhas laranjas e quase sempre sem pintas que habita especificamente o meu banheiro, eu já entendi que são:
- seres enviados dos céus para que o ser humano (eu, no momento) aprenda a ter compaixão pelas pequenas espécimes viventes, ensinando-os a conviver harmoniosamente com bichinhos tão pequenos e inofensivos que só são desprezados pela sociedade por estarem fora dos padrões de joaninhas comuns.

a título de curiosidade, aí vai a foto de uma legítima joaninha-laranja-sem-pintas (apesar de esta da foto ter pintas ¬¬ )




devo dizer que já aprendi muita coisa com as joaninhas-laranja.
um dia desses, eu fui pegar uma toalha na área que tem do lado de fora do meu banheiro, e aí junto com a toalha, vieram cerca de oito dessas joaninhas pra dentro do banheiro.
a primeira impressão foi "GAHHHHHHHHHHH", já que os últimos anos me tornaram uma pessoa fresca com insetos -coisa que eu não era quando morava na roça...
ok, não que eu tenha real medo por aqueles seres... mas eu ia tomar banho e nem gostaria de compartilhar o banheiro com 8 bichinhos voadores (até porque se durante o banho algum pousasse em mim, eu ia dar um grito tão alto, que meus pais no mínimo iam achar que eu escorreguei e bati a cabeça na quina do box e tava me esvaindo em sangue).
resultado: fui obrigada a retirar as joaninhas uma por uma... peguei a página de uma revista que estava ali no cesto e induzi os bichinhos a subirem na folha... depois abria a porta que dá pra área e os colocava numa planta que tem lá... fiz isso repetidamente até que não fosse vista mais nenhuma joaninha...

entrando no banho, eu vi que tinha faltado uma... e ela estava caminhando pacificamente perto do vaso... eu já tinha ligado o chuveiro, portanto fiquei com preguiça e pensei "bah, uma só não fará diferença...".
durante o banho, porém, essa filha da putinha voou pra dentro do box e passou a centímetros de mim.

assim que saí do box, a joaninha escorregou e caiu no piso molhado... ficou tentando desesperadamente sair... nessa hora eu olhei pra ela e pensei "ahhh, foda-se"...

o problema foi que do nada ela parou de se debater.
as asas foram pra fora e eu quase podia ver sua língua estirada -se ao menois ela tivesse uma...

foi aí que começou o meu sentimento de culpa... droga, eu tinha salvo mais de 6 joaninhas e faltou aquela... não era justo que ela morresse afogada só pq eu não a tinha visto antes...

lá foi a Ana pegar a página da revista e retirar o corpo da água...
encostei nela e ela nem se mexeu... pensei no pior...

deixei a página da revista num canto do banheiro... horas depois, toda vez que eu ia fazer xixi, olhava e lá estava a joaninha... fiquei triste; fiquei muito triste mas achei que ainda não era a hora de jogá-la no lixo. esperei mais um pouco e no dia seguinte, quando eu não tinha mais esperanças, ela tinha sumido!

sério, eu realmente vibrei quando vi que ela tinha sobrevivido!
ok, ainda há a possibilidade de outra ter ido lá e carregado seu corpo, mas enfim, eu prefiro acreditar que ela sobreviveu!!!!!



moral da história: aprenda a lição que cada espécie quer te dar; só não poupe a vida de pernilongos e formigas!

p.s.: eu continuo intimidada pela presença dos estranhos mosquitos-coração-invertido durante os meus banhos.

ZanaZelda at 3:06 PM




Segunda-feira, Agosto 21, 2006

insônia, chá e biscoitos =]

aiaiaiii, sensação forte demais de que algo importante está pra acontecer na minha vida.
(o diferente desta vez é que sinto que é algo bom)

só sei que faz dias que não durmo direito e que há borboletas absurdamente frenéticas no meu estômago.

juro juro juro que eu não sei conscientemente de nenhum motivo pra eu estar assim.







ok, vou esperar uns dias e se nada acontecer eu vou chegar à conclusão de que eu nem sou tão intuitiva quanto dizem... nhé!

ZanaZelda at 4:37 AM




Terça-feira, Agosto 15, 2006

Pode parecer engraçado, mas eu tenho ciúmes de músicas.
Acho que determinadas canções são tão importantes e marcantes em alguns momentos da vida, que você acaba se lembrando sempre das mesmas coisas quando as ouve.
É por isso mesmo que nasce esse tal ciúme.

Acho que a situação em que senti isso pela primeira vez foi há alguns poucos anos, quando eu vivi uma historinha com um moço aí da vida... Ele tinha um gosto musical bem eclético... Assim, tinha muita banda que gostávamos juntos e tinha muita coisa que ele gostava e nem me interessava... Um certo dia, ele resolveu escolher como "nossa música", uma de uma das bandas que ele gostava sozinho. Sendo assim, a princípio eu jamais iria querer adotá-la como "nossa", mas a letra realmente batia com muita coisa da nossa historinha...
Passados alguns meses, junto com o fim da minha era, veio uma nova historinha pra ele... A surpresa foi quando, alguns dias mais tarde, me deparo com exatamente a mesma música no fotolog da moça, dizendo que era a música deles. Aí sim, eu fiquei possessa. Po! Ele me fez gostar de uma música idiota de uma banda ruim por causa dele, e agora dedica a outra? Bah, nem teve graça!
(Quando eu reclamei com o moço em questão da banalidade com que a música foi tratada, ele apenas disse que aquela música era dele e não minha e que as minhas eram "qualquer uma do Stereophonics".). Rá, nem teve graça.

Ok. Assunto superado, hoje eu realmente acho aquela música um lixo... Mas é inevitável que me lembre daquele ser quando a ouço por aí...
O mesmo acontece com diversas outras, que me lembram tantas pessoas.
Tem música que me lembra pessoas que nem sabem que eu lembro delas... É engraçado, mas é algo que fica marcado mesmo.

Entederam a profundidade da coisa? Pois é... Escrevo isso como um apelo para que as pessoas preservem mais as músicas que gostam e apenas as apresentem para alguém quando tiverem certeza que elas são merecedoras de tal. Eu ainda tenho um tanto de músicas que amo e que nunca foram "dedicadas" a ninguém... Tô esperando os momentos certos pra isso.

Tá, é isso.
Façam-me o favor de tomar cuidado com as músicas que me dedicam, cantam ou dançam comigo!


P.s: odeio essa sensação que tenho tido constantemente de ultimamente só postar textos inúteis.








ZanaZelda at 5:55 PM




Sexta-feira, Agosto 11, 2006

A minha história de contos sobre o Rei Arthur começou quando eu tinha uns 8 anos e o meu pai comprava aquela coleção de livrinhos da Disney que vinha com uma fita colorida, com a história narrada.
Na época, a história do menino fracote que tirava uma espada da pedra não me atraía muito; eu preferia as maçãs da Branca de Neve e o mingau da Cachinhos Dourados...

Alguns anos mais tarde, a professora de português da sétima série indicou o livro "O rei Artur e os cavaleiros da Távola Redonda", de Thomas Malory. Eu ainda não me interessava muito por esse tipo de estória, apesar de ter lido o livro em poucos dias... Durante o bimestre em que trabalhamos com este livro na sala de aula, a mesma professora passou o filme "Lancelot". A partir daí é que começou a despertar em mim um interesse maior por estas estórias...

Lá pelo ano 2003, eu aluguei um filme chamado "Merlin", e a descrição do filme me pareceu muito interessante... Aí eu me enganei, porque o filme era tosco demais...
Alguns meses depois ouvi falar do filme "As brumas de Avalon"... Aluguei, assisti, fiquei absolutamente encantada e saí indicando pra todo mundo... Depois de já ter visto o filme umas três vezes, eu estava na casa da minha prima, dando uma olhada na estante de livros... Quando acho quatro exemplares de "As brumas de Avalon"... Até então eu não sabia que o filme tinha sido produzido com base nos livros da Marion Zimmer Bradley...
Comecei a ler o primeiro livro. Comi o livro, de tão rápida e ávida foi a leitura... Achei os volumes 3 e 4 no sebo de Ipanema, a 5 reais cada. Comprei obviamente. Viajei pro sul no mesmo mês e durante a viagem terminei o segundo e comecei a ler o terceiro volume... Lá nos confins de SC, vi o filme de novo com a Naiah... Aí eu comecei a me decepcionar seriamente com a edição que tinham feito para aquela estória enorme caber num filme de três horas... Cortaram partes absurdamente essenciais.

Ok, passaram-se os últimos anos... Anos em que eu só aluguei comédias românticas e livrinhos pseudo-esotéricos; mas namorava os três enormes volumes da trilogia "As crônicas de Artur", do Bernard Cornwell. Cada livro tinha mais de quinhentas páginas, o que exigiria tempo para ler, já que quando se aluga um livro grande, é bom que tenha tempo para ler, senão pagará muito e não valerá a pena...

Assim, eu só fui alugar o primeiro deles quando terminei a monografia e estava de "férias" sem previsão de fim.
Li o primeiro sem gostar muito.
Isso porque eu tinha me apaixonado por estas estórias através da narração da Marion Zimmer... A narrativa dela é feita através das mulheres importantes da vida de Artur... Isso torna o livro muito mais "romântico", digamos assim... Quando li As brumas, elegi como personagem favorito a Morgana. De fato, ela era a personagem principal.
Quando comecei a ler o livro do Bernard Cornwell, me deparei com um cenário completamente diferente. A trilogia é narrada por um guerreiro de Artur. A narrativa portanto é masculina, forte. Há muito mais lutas e sangue nesta versão.
Além disso, muitos personagens que eu considerava importantes nas "brumas", simplesmente não aparecem nas "crônicas". A parte de Avalon que é o carro-chefe de um, quase não aparece no outro. Tive outra decepção ao ler a descrição de Morgana nesta nova versão. A feiticeira que eu considerava forte, bonita e decidida no outro conto, agora era caolha, aleijada e burra. Minha personagem favorita tinha sido substituída por uma "coisa".

Desta forma, o segundo livro foi lido com um pouco de descaso...
Isto no início, pois sem que eu percebesse, eu já estava totalmente envolvida pelos novos personagens e pelas novas personalidades de alguns já conhecidos... Os novos começaram a ganhar muito mais importância, ao ponto de um deles me fazer chorar quando morreu na estória.

Aluguei o terceiro livro. Quinhentas e trinta páginas lidas em três dias.
O terceiro volume da trilogia é tão intenso do início ao fim, que eu tinha que me obrigar a parar de ler quando chegava ao final de partes importantes.
Quando faltavam duzentas páginas para acabar, eu estava tão aficcionada por histórias e coisas ligadas ao rei Arthur, que aluguei o filme "Rei Arthur", que eu não tinha visto ainda, porque nenhum grupo de amigos com quem eu costumava ver filmes aceitava essa sugestão. Aluguei e vi sozinha. Ok, foi meio decepcionante. A estória do filme não tem nada a ver com o que eu já tinha conhecido antes e as duas horas e vinte minutos de imagens não conseguiram me convencer... Além disso, eu acho que o Clive Owen não tem carisma algum. Isso o tornou o Rei Arthur mais sem graça que eu já vi ou imaginei.

Ontem terminei de ler o terceiro volume da narrativa do Bernard Cornwell.
Enquanto o maço de páginas que faltava para chegar até o fim ia diminuindo, eu fui lendo mais devagar. Não queria que acabasse.
Mas acabou. E me fez chorar.

E agora não há mais estórias do Rei Arthur para eu ler. Alguém tem alguma sugestão?
Não?
Ok, vou lá ler o livro da Bruna Surfistinha...

ZanaZelda at 2:45 PM




Quinta-feira, Agosto 03, 2006

é tanta dificuldade nesse mundo que as pessoas começam a achar estranho e tentam encontrar possíveis motivos para que você (eu) seja solteiro (a).

é gente que acha que você (eu) é (sou) gay (lésbica).
é gente que acha que você (eu) é (sou) exigente demais.
é gente que acha que você (eu) só pode (posso) ser muito chato (a) para que ninguém te (me) queira.




puta merda.
1: se eu fosse lésbica, talvez a coisa seria mais fácil, já que eu sou um íma de criaturas desse tipo.
2: se eu fosse exigente, eu jamais voltaria pra casa já me arrependendo por ter ficado com algupem que não tinha nada a ver comigo, só pelo fato de tentar.
3: se eu fosse muito chata, não teria tantos amigos.




só sei que tô tendo cada vez mais motivos pra acreditar que há pessoas namoráveis e outras não.
há pessoas que não ficam mais de dois meses solteiras e há pessoas que devem "esperar pela pessoa certa".

e que a tal "pessoa certa" vai resolver todos os seus problemas pra sempre, e the end, todos serão felizes para sempre.






caralho.
eu não quero achar a pessoa com que eu vou casar, ter filhos, cachorros e casas de campo agora.
não mesmo.

eu só quero uma companhia pros domingos chuvosos deprimentes.



e foda-se quem achar que isso assusta pessoas, quem quiser que suma da minha vida (é, pq tem homem que não pode ouvir a palavra "namoro" que foge na velocidade mais rápida possível... mesmo que vc não queira nada com ele)... eu não vou me censurar no meu próprio blog.



ZanaZelda at 11:28 PM




Quarta-feira, Agosto 02, 2006

jura que o negócio ali foi postado 3 vezes?
ui, fica assim mesmo.

ZanaZelda at 7:09 PM




eite quente dá dorrrr nos dente. creme de cebola é tudo. coloque creme de cebola em qualquer prato salgado e ele ficará delicioooso. eu quero 10 surreais de amendoim. tchubirim, tchubirimm. o pato pateta pintou o caneco, surrou a galinha e bateu no marreco. coisas sérias na cabeça; vontade de escrever coisas bobas. o dia em que eu vir "why does it always on me?" ao vivo, acho que eu choro até me desfazer. eu queria que o kelly jones escrevesse "if i have myself a flying giraffe" nas minhas costas, pra eu mandar tatuar por cima depois. blergh, queria ter alugado o livro hoje, mas a preguiça de sair de casa tá uó. ok, enchanted forest ou naranis? melhor eu não pensar muito nisso, senão desanimo. i love the sound of you walking away, you walking away... why don´t you walk away? bala ruim de café, argh. bala ruim de pêssego, passe adiante. suco de goiaba gelado. pessoas que são irônicas sem saber. desenho ali no limite do visível. temperatura só na sexta feira começa a subir... em são paulo. 65% mais feio. clementine. 5590. insiiiiide the cinemaaaa. será que as pessoas já estão vesgas? we live in a beautiful world. válvula de escape? the bartender and the thief are lovers. vinte reais. xerox colorida. encadernação. editora. revista. banho. papai gelando. lá onde eu já quis muito estar. será que já chega?

ZanaZelda at 6:53 PM




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ZanaZelda at 6:52 PM




leite quente dá dorrrr nos dente. creme de cebola é tudo. coloque creme de cebola em qualquer prato salgado e ele ficará delicioooso. eu quero 10 surreais de amendoim. tchubirim, tchubirimm. o pato pateta pintou o caneco, surrou a galinha e bateu no marreco. coisas sérias na cabeça; vontade de escrever coisas bobas. o dia em que eu vir "why does it always on me?" ao vivo, acho que eu choro até me desfazer. eu queria que o kelly jones escrevesse "if i have myself a flying giraffe" nas minhas costas, pra eu mandar tatuar por cima depois. blergh, queria ter alugado o livro hoje, mas a preguiça de sair de casa tá uó. ok, enchanted forest ou naranis? melhor eu não pensar muito nisso, senão desanimo. i love the sound of you walking away, you walking away... why don´t you walk away? bala ruim de café, argh. bala ruim de pêssego, passe adiante. suco de goiaba gelado. pessoas que são irônicas sem saber. desenho ali no limite do visível. temperatura só na sexta feira começa a subir... em são paulo. 65% mais feio. clementine. 5590. insiiiiide the cinemaaaa. será que as pessoas já estão vesgas? we live in a beautiful world. válvula de escape? the bartender and the thief are lovers. vinte reais. xerox colorida. encadernação. editora. revista. banho. papai gelando. lá onde eu já quis muito estar. será que já chega?

ZanaZelda at 6:51 PM