Info
Bah, se tem uma coisa que eu odeio é escrever esses infos idiotas. Definitivamente eu não sou do tipo de gente que consegue escrever algo curioso ou divertido aqui. Logo, se você não me conhece de verdade, dificilmente me conheceria por qualquer coisa que eu pudesse escrever aqui. Em todo o caso, tem o meu fotolog, que é uma coisa que geralmente as pessoas que não te conhecem lêem e acham que sabem tudo sobre a sua vida... Ou se vc quiser ver a minha cara, dá uma olhada lá.

Arquivos
Se eu fosse você, eu não procuraria ler o que está nesses arquivos, porque tem muita coisa aí que eu escrevia quando eu ainda era uma adolescente idiota. Não que eu ainda não seja idiota, mas só digo que eu não respondo mais pelas coisas escritas há 30 anos atrás.

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(não tem muita gente que faça blogs que valham a pena serem lidos hoje em dia.)

O layout e a imagem são toscos, mas fui eu que fiz. Se copiar, apanha.




Quarta-feira, Junho 29, 2005

vazio.
todos os dias eu venho aqui ver se tem novos comentários.
e lá estão os 3 comentários do último post.
3.
esse número se tornou assustador pra mim.
horrível entrar aqui todo santo dia e me deparar com aquele 3 ali, meio sorrindo, meio genioso, olhando pra mim.

enfim, eu pensei "pra ter comentários novos, você tem que escrever algo novo".
mas e aí passaram-se masi de 10 dias desde o último texto postado e nada q eu considerasse brilhante me ocorreu pra escrever.
é claro q eu poderia relatar a emoção de ser tia pela primeira vez... seria lindo... mas sei lá.

e agora tô eu aqui, ouvindo uma música da pj harvey q sempre esteve aqui, mas nunca ganhou a minha atenção, mas q desta evz caiu como uma luva pro tal momento melancólico que eu estou vivendo.
andei lendo coisas legais por aí... outras nem tanto.
e o dia de hoje teve umas cenas muito aleatórias... e uns diálogos e constatações esquisitos.
planos desfeitos. e a dúvida que paira é se deveriam ter sido desfeitos ou não. acho q sim, mas sinto q preciso de algo tão interessante qunto para preencher esse espaço.
enfim, teve o meu cabelo novo de novo (juro que já estou me irritando com a frase "tô com cabelo novo" saindo da minha boca pelo menos uma vez por semana)... que eu não gostei tanto quando eu gostaria de gostar.
infelizmente no momento eu não tive outra escolha e bla bla bla.

e esse post tá ficando enigmático demais.
e naum era a intenção...
a intenção era vomitar os pensamentos q me ocorressem, mesmo q tudo parecesse sem sentido.
enfim, sem sentido está... acho que ninguém vai entender bulhufas daqui (e vai haver daqueles que vão tentanr entender), mas digo q não vão entender e nem me preocupo em tentar explicar.... porque são coisas sem importância.
escrevendo coisas q brotam na minha cabe;ca, em tempo real.
eu adoro fazer isso.

mas o foda é q nessas horas é que eu vejo o quanto a minha cabeça é confusa... e pensa mil coisas ao mesmo tempo.
e parte de um assunto pro outro em questão de milésimos de segundos.

uma coisa que eu adoro fazer à noite, quando estopu deitada e sem sono é reverter os meus pensamentos até achar a primeira coisa q passou pela minha cabeça quando eu fui deitar ou então até cansar de fazer a tal viagem de volta. gente, tentem fazer isso! é super divertido... vc tá lá, pensando em "batatas" e quando vai voltando, no início de tudo, vc pensava na alta do dólar... me sinto a pessoa mais aleatória do mundo quando vejo as coisas disconexas que me ocorrem em sequência.

enfim, já chega.
algo em mim tem me censurado em tudo o q eu escrevo. não sei porquê.

ZanaZelda as 3:38 AM


Quarta-feira, Junho 15, 2005

Pergunta:
"Você acha que ela vai chamar os meus pais na faculdade e dizer qu está muito muito preocupada com os meus desvios de comportamento e sugerir que eu seja encaminhada a um psicólogo?"
Resposta:
"Acho."

Tudo isso por causa desse texto aí de baixo. Ele valeria nota, e deveria ser sobre algum assunto "relevante". Ok, eu surtei quando comecei a escrever (ainda pensando que eu poderia falar de algo "relevante") e saiu isso aí. E daí? Entreguei assim mesmo.
(a nota sai amanhã. depois eu digo se a prof foi boazinha ou não...)



Política, economia e violência no Rio de Janeiro



Eu estava pensando sobre o que escreveria para postar hoje e como as idéias andaram fugindo de mim, eu fui pesquisar na internet algum fato novo que fosse interessante comentar. Aconteceu que eu me deparei com várias notícias sobre CPIs no governo, fraudes, corrupção e tudo o que se puder imaginar sobre tragédias políticas. Eu não faço a menor idéia sobre o que vou fazer da minha vida quando me formar, a única coisa que sei é que não vou escrever sobre política. Nem sobre economia, nem sobre a crise da saúde, muito menos sobre a violência no Rio de Janeiro. Muitos podem até pensar "ótimo, menos uma pra concorrer comigo, yeah!". Acho que é isso mesmo o que vai acontecer. Eu gosto de arte, música, cinema, moda. Quero falar de violência só se for comentando o último filme do Tarantino. Quero pensar em economia quando falar sobre quanto o U2 fatura por show lotado na Irlanda. E se for pra criticar algo, que seja a coleção de algum estilista.

Isso tudo faz parte da minha personalidade -parte da que sempre me pertenceu e parte da que fui formando nesses anos esquentando as cadeiras da faculdade-, mas são comentários como o que ouvi hoje na banca de jornais que me desanima em relação ao destino que muitas pessoas terão na carreira. Foi o seguinte diálogo:
- Moça, tem A Voz da Serra?
- Não, minha filha. Quando tem morte, acaba que é uma beleza... a essa hora você não vai mais encontrar o jornal.

Eu nem sabia quem tinha morrido ou deixado de morrer mas, pensando sobre essas coisas, lá fui eu abrir a versão online do jornal pra ver quem afinal havia "batido as botas". Encontrei duas manchetes suspeitas "Corpo em estado de putrefação é encontrado no Alto do Floresta." e "Idosa atropelada morre no hospital". Ok, concluí que deveriam estar se referindo à tal idosa, quando falaram de morte hoje na banca de jornais. Cheguei à conclusão de que o que eu tinha considerado absurdo a princípio, não era tão ruim assim; a resposta da jornaleira. Isso porque é fato: quando acontece um atropelamento ou algo do tipo, junta gente em volta em questão de segundos. Tem gente que pára tudo o que estiver fazendo para ir lá ver o cachorro-que-virou-patê, ou algo do gênero.

Não é questão de "eu fui ver o que estava acontecendo, porque precisava me manter informado sobre tudo o que acontece à minha volta". A tragédia vende jornais sim! O sangue dá dinheiro sim! O sofrimento alheio faz as pessoas abrirem o jornal enquanto esperam sua vez na fila do banco. Isso me entristece e me faz questionar o jornalismo que está sendo praticado por aí.

Talvez eu esteja sendo ousada demais usando o espaço do meu último texto obrigatório da matéria "Redação Jornalística IV", para falar todas essas coisas. Mas juntando a minha experiência de escrever textos parecidos com este, durante mais de dois anos em outro blog, um pessoal, com o nó na garganta que eu tinha há algum tempo, não podia ter dado em outra coisa. Corro o risco de jogar na lata do lixo o ponto que poderia ganhar se escrevesse um texto bom sobre política, economia ou sobre a violência do Rio de Janeiro, mas acho que enquanto ainda estou na faculdade, posso me aventurar a falar o que penso pelo menos uma vez, já que aprendi que jornalistas não devem "achar nada". O tema desse último texto seria outro, quando comecei a escrever aquelas linhas lá em cima. Eu ia falar sobre a saturação de publicidade e coisas relativas ao dia dos namorados que rodeam as pessoas nessa época do ano e que fazem os solteiros (por mais convictos que sejam) se sentirem uns fracassados por não terem a quem presentear (talvez essa seja uma visão minha, que sou uma "fracassada" confessa). De qualquer forma, eu não acredito que um texto com esse tema fosse ser muito mais instrutivo do que este. Então, ainda estou no lucro!

Percebo agora que me meti em uma tremenda encrenca. Gastei linhas e linhas praticamente desabafando, falando "nada" (sim, porque acho que ninguém está interessado em discutir o que eu vou fazer da minha vida depois que me formar...) e agora, pra completar, não sei como terminar esse texto. Ironia do destino... Se eu tivesse escrito sobre política, economia ou sobre a violência no Rio de Janeiro, eu saberia terminar...


ZanaZelda as 1:56 AM


Sábado, Junho 04, 2005

me achando feia e querendo um namorado bonito.
oh, céus! e agora????






ZanaZelda as 11:55 PM