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Bah, se tem uma coisa que eu odeio é escrever esses infos idiotas. Definitivamente eu não sou do tipo de gente que consegue escrever algo curioso ou divertido aqui. Logo, se você não me conhece de verdade, dificilmente me conheceria por qualquer coisa que eu pudesse escrever aqui.
Em todo o caso, tem o meu fotolog, que é uma coisa que geralmente as pessoas que não te conhecem lêem e acham que sabem tudo sobre a sua vida... Ou se vc quiser ver a minha cara, dá uma olhada lá.
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(não tem muita gente que faça blogs que valham a pena serem lidos hoje em dia.)
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Domingo, Fevereiro 27, 2005
as pessoas leêm coisas na minha testa que simplesmente não estão escritas. tiram conclusões e ajem de acordo com o que acham que é o certo. o problema é que nem sempre o "certo" é o melhor. e nem sempre o que se pensa é verdade. e geralmente as coisas não são tão definidas que não possam tomar rumos diferentes do que era esperado. e geralmente quando as coisas são flexíveis, elas dão mais certo. Logo, não sejam tão duros quanto às suas conclusões sobre mim. eu sou flexível como um bambu. e eu ando bastante vduhiguhnbrtg. essa é a palavra. ansiosa, irritada, sozinha, azeda, saudosista, enjoada, deprimida. tudo isso em poucas pitadas. eu pareço uma quarentona solteirona ultimamente... bah 01.02.05 - 04:49 A.M. Estou com sono. Estou cansada. Mas sinto vontade de escrever. Não tenho a menor idéia do que vai sair nesta folha de papel branca; mas foi exatamente por isso que eu a escolhi agora. Leio coisas que outras pessoas escreveram e gosto muito. Sinto vontade de escrever coisas tão interessantes para outras pessoas quanto essas linhas que eu leio são para mim. Gosto do jeito único que eu escrevo; mas sempre sinto que preciso desenvolver mais isso. E então pego uma folha em branco e começo a escrever coisas como essas. E então fico esperando que enquanto eu escrevo essas coisas disconexas, a inspiração venha e eu realmente escreva algo que me orgulhe. Mas aí o que geralmente acontece é que eu não passo dessas linhas disconexas; acabo achando tudo idiota; páro de escrever e essas folhas que antes eram brancas perdem-se no meio de tantos outros papéis nem tão importantes como o próprio. Até posso dizer que eu acabo de me orgulhar da maneira que eu descrevi -tão bem- como essa coisa toda acontece. Mas o perigo é que eu pense -droga, já pensei- que eu só esteja escrevendo essas duas últimas linhas -e toda essa estória de ter me orgulhado do que escrevi- apenas para me enganar que um dos pontos finais que tem lá em cima não é realmente (quando deveria ser) o final. Então eu acho que posso concluir que sinto as duas coisas. Como um pai que fica feliz porque o filho ganhou o prêmio do concurso de poesia da terceira série primária e como os atendentes daqueles telefones que servem para distrair suicidas para que eles atrasem o ato de tirar suas próprias vidas, com a possibilidade de verem algo positivo na caminhada e desistirem. Tá certo que a descrição foi aleatória; mas que está me incomodando mais (além das unhas compridas que machucam a palma da minha mão pelo modo que eu seguro a caneta) são essas frases enormes; presentes nesse texto todo. Eu sempre fui adepta das frases curtas e impactantes. Acho que os pontos finais podem ser muito dramáticos quando colocados no lugar certo. E eu gosto de textos ligeiramente dramáticos e exageradamente irônicos. Mas o fato é que sempre classifiquei as frases longas como um convite à perdição. Perdição? Será que era essa mesma a palavra que eu queria usar??? Só sei que eu quis dizer que frases grandes deixam os leitores perdidos e mostra que o escritor ou é muito confuso, ou sabe escrever muito bem. Porque pra uma frase de 3, 4 linhas ser perfeitamente compreensível e interessante, é porque o escritor mandou bem! O pior é que eu disse que estou escrevendo frases longas. Depois vieram as minhas opiniões sobre quem escreve frases longas... Eu só queria explicar que "longe de mim querer puxar a brasa pra minha sardinha". Eu nem gosto de sardinha mesmo... Mas como eu resolvi, enquanto escrevia toda essa besteirada aí em cima, que vou mostrar esse texto pra alguém, achei que seria importante dizer que eu não me considero nem confusa, nem boa escritora. Nem desconsidero. Viu como um ponto final pode ser impactante? Então já me sinto satisfeita pos essa página e 1/4 de folha branca escrita (a minha letra é pequena e as linhas ficaram retinhas) e as unhas compridas e vermelhas já fizeram verdadeiras valas na minha mão direita. Vou deixar essa folha sem dobras em cima da mesa; sem reler. Isso porque quando eu estou escrevenod alguma coisa, sempre tem aquela frase ou outra que eu penso "Nossa! Brilhante!" e continuo rabiscando o papel. Mais tarde, quando coloco o ponto final definitivo e resolvo ler tudo de noo pra ver se foi brilhante mesmo, acabo achando tudo idiota e sem-graça. Porque as coisas são assim. Piadas só têm graça na hora em que são contadas e textos idiotas só parecem brilhantes quando a tinha ainda está molhada. Isso foi só para constar que não acredito que ninguém vá achar isso tudo tão interessante quanto eu estou achando agora; mas como eu sou teimosa, mostro assim mesmo. Quem sabe um dia alguma pessoa tão aleatória quanto eu leia uma coisa tão aleatória quanto esta e goste. E olha que eu nem sonho em ser escritora. Sei lá o que eu sonho; isso não vem ao caso; sou só uma desocupada que gosta de gastar tinta de caneta e que nunca sabe como começar ou terminar alguma estória. Fim - 05:25 A.M. (ok, eu jurava que janeiro tinha 31 dias...) a minha avaliação do mês é que foi um tempo bem morno. tirando coisas tristes do primeiro dia do ano. e coisas alegres do meu aniversário... nada mais. e quanto ao post sobre planos pra este ano, concluí que se torna desnecessário fazê-los quando os planos pra esse ano são os mesmos do ano passado e do passado e do passado.... pouca coisa muda no fim das contas. o fato é que as coisas que eu vou pedir pro gênio da lâmpada se ele aparecer serão (em ordem de importância): - namorado - cantar - emprego - carteira de motorista óbvio que todos os itens vêm acompanhados de vários comentários, mas isso só o mocinho azul de fumaça vai ficar sabendo. |